Archive for maio \31\UTC 2012

A “chica”- Dolores Hidalgo

O tema aí em cima pode ser considerado não muito sério por algumas pessoas mais entendidas da história mexicana, ou ainda podem achar que estou debochando desse país tão rico em cultura, mas garanto, não é uma coisa e nem outra. Somente não estou disposta a deixar os meus posts com um ar tão sério que chegue a ser sem graça e ninguém se interesse em ler. A leitura no nosso blog (posso falar pelos meus posts) tem que ter certa desenvoltura e é obrigatório que seja uma leitura leve, afinal se alguém quisesse explicações ao pé da letra,iria buscar  no Wikipédia ou em qualquer outra página da internet onde aí sim muitas leitura levam um tom mais sério e aprofundado.  Para quem busca um pouco de conhecimento e gosta de descobrir a vida fora da caixa, segue mais um post direto do México, aliás, direto de Dolores Hidalgo.

Túmulo do Cantor Mexicano José Alfredo Jiménez

Sobre o Passeio e a Cidade

Um dia desses fomos a uma cidadezinha chamada Dolores Hidalgo. Todos me falavam sobre a história e de como a cidade era pequenina, mas chegando a Hidalgo, constatei que a cidade era bem mais pequena do que eu imaginava. A cidade tem cerca de 54 mil  habitantes (mas parece ter bem menos!) e o interessante é que depois de passar no centro, onde fica o jardim principal com sua igreja estilo barroca maravilhosa a impressão que dá é que acabou a cidade – mas fiquem tranquilos, ela não acaba aí, somente depois de algumas quadras! RSS!

Dolores Hidalgo é uma cidade que tem sua história espalhada por todos os cantos. Se você for passear um dia ali, você notará que as casas e toda sua arquitetura está congelada no inicio do século passado, alguns pontos da cidade até parecem da “cidade cenográfica do projac!” . Considerada berço da Independência Mexicana,  foi ali nessa cidade que aconteceu o famoso “Grito de Dolores” – um marco cronológico para o inicio da guerra contra Nova Espanha em 16 de setembro de 1810.

Falando um pouco mais sobre o cotidiano de Dolores

A cidade tem alguns restaurantes de comida típica e depois de comer é correr para se deliciar com os famosos sorvetes dos mais variados e estranhos sabores que são vendidos por todos os lados em sorveterias convencionais, ou em “carrinhos” que ficam “estacionados” por toda a praça da cidade. Tem de tantos sabores que dá pra ficar na dúvida na hora de escolher. Se você é do tipo que gosta de experimentar sabores diferentes então você precisa provar os sorvetes de Dolores. Os sabores mais excêntricos que vi, foram de camarão e rosas, mas também tem de tequila, cerveja, queijo e pimenta. Ficou com água na boca? Eu, confesso que sou mais conservadora e fiquei nos sabores tradicionais mesmo. J

Depois dos sorvetes é hora de ir conhecer os pontos turísticos, que não são muitos. Como a cidade é bem histórica, você irá encontrar alguns lugares que vale a pena passar, sendo eles a Paróquia de Nossa Senhora de Dolores e em frente também está a Estátua de Dolores – o Museu Casa de Miguel Hidalgo y Costilla (nessa casa viveu o sacerdote Miguel Hidalgo  que teve um importante papel na guerra de Independência do México )- na casa ainda estão  conservados os documentos importantes e a mobília original da casa. Também existe na cidade o museu da Independência Nacional, A casa de Visitas entre outros. O mais interessante pra mim foi em saber que um dos pontos turísticos da pequena Dolores é o cemitério da cidade, onde está enterrado um dos seus conterrâneos mais importantes, o cantor José Alfredo Jiménez – ele é considerado o maior cantor de música caipira do México de todos os tempos. O túmulo do dito cujo, é um enorme sombrero e uma echarpe colorida. Diferente não é? Eu nunca havia visto nada parecido. Em cada cidade, em cada cantinho do México (especialmente do estado de Guanajuato) vejo que a história apesar de estar muito entrelaçada, sempre mostra algo diferente, algo que deixa o que já sabemos ainda mais bonito e interessante de se conhecer.

Embaixo, segue algumas fotos dessa visita na cidade à “Dolores Hidalgo”. Uma das coisas que mais gosto de encontrar nessas cidadezinhas e suas praças são os aglomerados de balões coloridos, de todos os tipos e  formas – não são lindos? Eu adoro!

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Maira Gardini, direto de Celaya, México.

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Sapatos de tango

Sapatos de tango, acessório fundamental para o baile.

Quando eu era mais nova não era nada fanática por sapatos. Sempre achava uma tortura ter que sair para comprar um par de sandálias (ou qualquer outro calçado), principalmente quando não gostava do que estava na moda na ocasião (é duro ir de loja em loja e ver sempre a mesma coisa nas prateleiras!). Por isso encarava a tarefa como algo tão prazeroso como uma visita ao dentista :D.

Embora eu ainda esteja a léguas de distância de ser uma Carrie Bradshaw, com o passar do tempo fui encontrando mais atrativos em um bom par de sapatos (se tiver um belo salto alto, melhor ainda). E mais ainda agora, toda vez que vou a uma classe ou prática de tango, não posso deixar de ficar reparando nos sapatos das mulheres.

Os sapatos são fundamentais para o baile em qualquer nível, não somente para os famosos shows de tango para os turistas, mas também para fazer aulas ou sair para bailar em uma milonga. Usar sapatos adequados é muito importante para evitar lesões nos pés (como as terríveis joanetes!) ou nos joelhos.

A maior diferença entre os sapatos comuns e os sapatos para o tango é a base do calcanhar, que é mais larga. O sapato de tango está feito de maneira a assegurar uma boa pisada, proporcionando maior equilíbrio e estabilidade nas passadas; e evitar torções ou machucados durante o baile. Além disso, um bom sapato vai ajudar a manter a postura adequada.

Sapatos de tango animal print

Animal Print!

Os modelos femininos, além de serem fechados no calcanhar, também apresentam uma pulseira ao redor do tornozelo. Esse detalhe é super importante para que o sapato não saia do nosso pé no meio da pista de dança! Há vários modelos: podem com a ponta fechada ou aberta (esses, que deixam os dedinhos à vista, são chamados boca de pez) ou sandálias.

O tamanho do salto varia bastante, de acordo com o gosto de cada mulher. Sapatos rasteiros não são bons para dançar, porque o salto ajuda a deslocar o peso do corpo para a ponta dos pés e isso facilita os passos. Mas tem de tudo: de sapatos com saltos mais grossos e baixos que são cômodos, até os saltos finíssimos com  10 cm de altura ou mais. São lindos e deixam as pernas mais bonitas, mas tem que ter atitude para usar :D. Detalhe: quanto mais alto o salto, menos base de apoio para o pé, o que pode atrapalhar o equilíbrio.

Outro ítem muito importante é a sola, que é feita de couro para possibilitar uma passada suave e um bom contato com o chão. Os pés precisam deslizar suavemente enquanto dançamos, por isso as solas de borracha não são apropriadas. Alguns sapatos, principalmente os masculinos, também podem ter solas feitas de cromo.

Há várias lojas especializadas para comprar estes sapatos, por todos os lugares de Buenos Aires. Algumas das marcas mais famosas são Darcos, Comme il faut e Madreselva. Mas preparem as carteiras, os preços são salgadinhos: os modelos mais simples custam a partir de 400 pesos.

Estas são as características que fazem um bom par de sapatos para dançar tango. Nem faz falta comentar que a variedade de modelos e cores é muito maior para os sapatos femininos que para os masculinos (é a lei natural das coisas, hehe). Deixo a vocês uma bela seleção de modelos para admirar.

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Agora que já sabem quais são os melhores sapatos para bailar e já puderam escolher o modelo que mais combina com seu estilo, o que estão esperando para aprender a milonguear?

Fernanda Galli, direto de Buenos Aires, Argentina.

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Aluga-se em Buenos Aires!

Aluguel Buenos Aires

Aluguel em Buenos Aires – um calvário!

Meu contrato de aluguel está chegando ao fim e isso quer dizer que tenho duas opções: renovar o contrato com aumento ou buscar outro apartamento. A decisão está difícil porque: A) não quero pagar o aumento, aliás quero uma casa mais barata e B) buscar outro lugar para morar dá muito trabalho. Não quero nada, né?

Enfim, enquanto decido entre se ficar o bicho pega e se correr o bicho come, vou contar para vocês como é a situação para alugar uma casa por estas bandas.

Já devemos partir do princípio que comprar um imóvel por aqui é extremamente difícil, algo quase inalcançável para o bolso da maioria da população. O mercado imobiliário na Argentina é dolarizado, o que significa que os preços de imóveis são cotizados em dólares americanos. As parcelas também são fixadas em dólares e o pagamento também tem que ser com as verdinhas. Atualmente, a compra de moedas estrangeiras está sendo rigorosamente controlada pelo governo, o que talvez possa levar a uma pesificação do setor.

Para dificultar ainda mais, não existe FGTS nem nada parecido que possa ser usado como capital para poder pelo menos dar uma entrada. E o sistema de financiamento bancário é pouco, cobra juros altos (18% ao ano como mínimo) e o valor das parcelas não pode ultrapassar uns 25% do ingresso familiar. (Nada como um programa Minha Casa, Minha Vida!)

Minha Casa, Minha Vida.

Com tudo isso, a opção para muita gente é alugar. E cumprir com todas as regras e a burocracia para finalmente ter a chave na mão.

Aqui está a listinha do que os inquilinos precisam para alugar com imobiliárias:

  • Garantia (fiador): com certeza este é o mais difícil de conseguir. Pedem um fiador com imóvel na Capital e muitas vezes que seja de parentes diretos. Os mais flexíveis aceitam garantia da Provincia (cidades vizinhas) e não precisa ser parente. Seguro-caução é pouco aceito e os bancos cobram uma fortuna para fazer. Há um mercado negro de venda de garantias (arriscado :D).
  • Recibo de Sueldo (o famoso Hollerith): na falta deste, temos que apresentar algum outro comprovante de ingressos. Trabalhar registrado em empresas de bom nome no mercado facilita um pouco.
  • Depósito: No valor equivalente a um mês de aluguel. É devolvido no final do contrato (sem reajuste por inflação), mas desse valor podem ser descontadas contas pendentes de pagamento, como o condomínio, ou alguma depredação do imóvel.
  • Comissão da imobiliária: No valor equivalente a dois meses de aluguel. No meu ponto de vista é o maior absurdo que pode existir, que o inquilino tenha que pagar comissão para as imobiliárias. Enfim, não temos Minha Casa, Minha Vida aqui.
  • Gastos administrativosEm geral estão cobrando 500 pesos para fazer a investigação dos papéis dos fiadores, cartórios, etc. Pagam os inquilinos.
  • Aluguel adiantado: Isso é normal no Brasil também, já pagamos o primeiro mês no ato de assinar o contrato.
  • Contas a pagarFora o aluguel, temos que pagar também as expensas (condomínio), água, luz, gás, telefone e ABL, que é um imposto municipal. Algumas expensas já incluem todos os outros gastos, mas a maioria não.

Os contratos são feitos por dois anos, com um reajuste de preço após um ano, que já é estabelecido antes. Algumas imobiliárias querem cobrar reajustes semestrais, mas isso é contra a lei. Para rescindir o contrato antes do tempo, em geral há que pagar uma taxa.

Para quem não reúne todas estas exigências, há a opção de aluguéis temporários, que exigem menos mas em compensação são muito mais caros. Na maioria das vezes, os aluguéis temporários são cobrados em dólares e os apartamentos são mobiliados.

Links úteis na hora de buscar apartamentos

Deixo aqui os melhores links para buscar apartamentos em Buenos Aires, sejam temporários ou não. É muito importante visitar os apartamentos, porque sempre aparecem gatos por lebre. A maioria dos apartamentos têm preço muito similar, por isso é preciso gastar muita sola de sapato, assim podemos escolher os melhores lugares.

  • Clarín clasificados: é melhor que os classificados do jornal La Nación, está dividido por bairros, possui fotos, mapas e toda a informação necessária sobre os imóveis. Para compra, aluguel comum e temporário.
  • Argenprop: é similar ao do Clarín.
  • Baires Apartments (temporários): para aluguéis temporários, podem ser úteis para turistas também, às vezes vale a pena alugar ao invés de ficar em hotéis.

Alugado!

Muita calma nessa hora….vou começar a me preparar espiritualmente para encarar esta tarefa! Desejem-me boa sorte!

Fernanda Galli, direto de Buenos Aires, Argentina.

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Capulana, o tecido que veste Moçambique!

Ainda estou me perguntando como é que não falei sobre “capulanas” com vocês! Vou corrigir este tremendo erro hoje! 😉

Olhem as cores desta capulana! 🙂

A capulana é um tecido colorido muito usado em Moçambique. Pesquisei um bocado sua origem, e a versão mais disseminada é que ela foi trazida da Índia, e que até o povo português foi um dos grandes comerciantes e um dos responsáveis por este tecido se espalhar por África. Independente da veracidade da sua origem, incrível mesmo é um tecido tão simples ter sobrevivido há séculos. A capulana não é macia, chega a ser áspera, um tanto quanto grossa se comparada a seda e ao linho, mas é exatamente isso que a faz ser tão útil! Você dá um nó e fica.

Nas ruas de Moçambique a capulana veste ambas as classes sociais. Na camada mais pobre, ela é item obrigatório. Barata e suficiente para suprir a necessidade de vestir, carregar, sentar, etc, ela faz parte da cultura moçambicana. Já na classe média e alta, vejo que é usada em ocasiões mais específicas e de forma descolada, numa bolsa transada, um lencinho, etc. E é claro que qualquer mulher que chega em Moçambique fica doidinha querendo todas as capulanas e tudo que tem capulana: pulseiras, cadernos, colares, brincos, etc! 🙂 O jeito mais diferente que vi a capulana foi na coleção do estilista moçambicano, Nivaldo Thierry, onde ele abusou e fez mochilas belíssimas! Olha que linda nessa foto do Moçambique Fashion Week 2011:

O mais legal é ver os nenéns serem carregados pelas “mamas” na “neneca”! Neneca é o nome dado ao “cangururu” feito com a capulana, olha que bacana este passo-a-passo de como fazer a neneca!

By mamis Renata e sua querida filhota, Malu! (clique para ver em tamanho maior)

Se você não tem muito tempo, um ótimo lugar para comprar capulanas é a Casa Elefante que fica na Av. 25 de Setembro, quase em frente ao Mercado Municipal. Você vai encontrar das capulanas mais simples até umas com brilhos e num estilo mais psicodélico! Apesar de não ser caro, achei preços melhores na rua. A Casa Elefante já virou ponto turístico e aí já sabe, né?! Lá, as mais simples custam cerca de 100,00 Meticias (cerca de R$ 6,60), mas podem chegar a 300,00 MT dependendo da estampa e qualidade do tecido. Os lencinhos, que podemos por no cabelo, pescoço, etc, são cerca de 30,00 MT, um mais lindo que o outro!

Claro que eu já tenho as minhas né! 🙂 Além de poder fazer roupas bacanas, as capulanas servem como lindas cangas de praia!

Minhas capulanas!

E aí, gostaram de conhecer a capulana? Já se imaginaram fazendo “nenecas”, usando como lencinhos ou cangas?

 

*A Casa Elefante fica aberta de segunda a sexta-feira das 08h30 as 12h30 e depois das 14h00 as 18h00, e aos sábados das 08h30 as 13h. Vale a pena visitar!

 

 Sâmela Silva, direto de Maputo, Moçambique.

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E o verão está chegando…

Eu não sei vocês, mas eu tinha uma impressão um tanto equivocada de Hong Kong, achava que era ideal para trabalhar, curtir a noite e fazer compras, nada mais!
Ledo engano, minha gente, a cidade é muito conhecida por seus arranha-céus, seus shoppings e sua vida agitada, mas além disso tem também muitos parques, jardins, reservas naturais e  ótimas praias… Eeeeba!!! 😉

E pra combinar com praia, nada melhor que calor, coisa que não falta por aqui nesta época do ano. A cidade já começou a esquentar – e quando eu digo esquentar é esquentar pra valer: pensem naquele calorão máximo do Rio de Janeiro em fevereiro. Pensaram? Agora acrescentem uma umidade igual a da Floresta Amazônica. Pois é,  mais ou menos assim é o clima de Hong Kong no verão… rsrs
Mas, brincadeiras e exageros à parte, a cidade é realmente muito quente, os termômetros passam dos 30 graus e, com a umidade nas alturas, a sensação térmica fica quase insuportável; dá vontade de ficar sem fazer nada, bebendo água de coco (sim, aqui também tem água de coco, igualzinha a que temos no Brasil) e jogada numa rede à beira-mar.

E falando em mar, quero apresentar pra vocês as praias de Hong Kong. Ano passado quando cheguei pra morar e dei de cara com esse calor fora do comum, foram elas a minha tábua de salvação.
Essas praias que vou apresentar aqui não são necessariamente as mais famosas da região, mas de acordo com um artigo que saiu no China South Morning Post, são classificadas como as mais limpas e com a melhor qualidade de água.
Então vamos lá:

Hap Mun Bay
Sharp Island, Sai Kung: é uma das praias mais bonitas e limpas de Hong Kong, sempre aparece na lista das melhores. Acho que é pelo fato da área de Sai Kung ser menos povoada que o resto de HK. Possui vestiários simples, chuveiros, WC e ducha.

Hung Shing Yeh

Hung Shing Yeh

Hung Shing Yeh
Yung Shu Wan, Lamma Island: esta é certamente a praia mais famosa de Lamma. É conhecida por sua areia fina e água limpa. Possui vestiários, redes de segurança para tubarões e uma área pra fazer churrasco. Há também dois restaurantes e algumas lojas que vendem produtos, como bóias, biquinis, bolas, etc.

Repulse Bay

Repulse Bay

South Bay Beach
South Bay Road, Repulse Bay: esta é a minha preferida, a que vou com mais frequência. É muito popular entre os habitantes da ilha de Hong Kong. Depois de dois anos de controle da poluição e das águas residuais, todas as praias do Sul da ilha estão em bom estado.
Pode-se tomar o ônibus número 6 desde a Central até Repulse Bay. Há também estacionamento pra quem prefere ir de carro, mas aviso logo que as vagas são caras e limitadas, sobretudo durante os fins de semana.

Discovery Bay

Discovery Bay Beach
Tai Pak Wan, Lantau: já fui algumas vezes, é bem calminha e também apareceu na lista das praias mais limpas. A qualidade da água foi registrada no último relatório (em julho passado) como 1 (bom). Há muitos restaurantes e lojinhas nas proximidades, no entanto não há salva-vidas. Pra chegar é bem facinho, basta tomar a balsa (Central Pier 3) e Discovery Bay será alcançada em apenas 25 minutos.

Sheik O

Sheik O
Sheik O Road, Sheik O: esta aqui também é bem lindinha, porém acho um pouquinho longe. Há vestiários, duchas, salva-vidas, redes pra tubarões e uma área pra fazer churrasco. Eu ja fiz churrasco aqui, é muito bom e funciona direitinho. O caminho pra chegar até lá é lindo também, porém aviso que é cheinho de curvas.

Perceberam? Hong Kong não é apenas uma cidade pra curtir a noite e fazer compras, é também um lugar com muito verde e praias lindinhas. Pra quem não tem tempo nem bufunfa pra ir a países paradisíacos curtir o verão, pode ficar por aqui mesmo, dá pra aproveitar muito bem!
Huuuum – será que vai dar praia hoje? 😉

Daisy Schäfer, direto de Hong Kong, China.

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Uma noite com o Rei!

Foto: Cristiane Rachid

Na noite da ultima quarta feira, eu e o maridão  Paulo (junto com mais dois casais de amigos muito queridos brasileiros) fomos a um show do rei Roberto Carlos em Querétaro. Foi uma noite especial, maravilhosa! Eu que não era tão fa assim, saí do show completamente apaixonada pelo rei. Ele é de uma luz, de um carisma e simplicidade que poucas estrelas conseguem ter e manter depois de doses altíssimas de sucesso e fama – talvez seja esse o motivo do sucesso ser algo crescente em sua vida mesmo depois de anos de estrada – além do talento e voz inigualável. Fui surpreendida em tudo nesse dia. Ao chegar, pegamos uma fila enorme para estacionar e ainda tomamos um banho de chuva, já que nesse dia Querétaro nos brindou com uma chuvona, mas que também teve seu lado bom. Na fila para troca das entradas para o show encontramos mais um casal de amigos muito queridos que moram aqui em Celaya, a Cris e o Carlos ( ela me cedeu algumas fotos e o vídeo também é dela! Obrigada Cris!) e também conheci um mexicano que não me lembro do seu nome mas que me relatou do seu amor pelo Rei. Disse que onde o Roberto estiver aqui pela América do Norte ele vai ver. Que já tem mais 800 músicas dele e em vários idiomas e que agora estava se planejando ir a um cruzeiro de 26 a 30 de janeiro de 2013 que Roberto cantará . O Roberto faz parte de uma minoria da artistas que conseguem ser imortalizados ainda em vida e a sua longa trajetória nos demosntra o quão valiosa é a sua obra. Por tudo isso e muito mais ele merce todo o nosso respeito e admiração.

Quem “abre” o show é ilustríssimo maestro Eduardo Lages, simplesmente emocionante! Seu talento é visto a quilômetros de distância!  Depois disso o Rei aparece e começa cantar “Emoções” em espanhol e a maioria do repertório é quase todo em espanhol.  Ele cantou uma música que eu particularmente não conhecia que se chama “El gato triste y azul” .  Ele comentou durante o show que já foi premiado em algum festival de mil novecentos e bolinhas que ele participou  cantando essa música que faz muito sucesso aqui no México, mas que ele não conseguiu fazer uma versão em português para a mesma porque ele nunca viu um gato que voa e que é azul… hehehe! Foi um dos momentos de descontração da noite – mas tiveram outros, ele também apresentou sua banda inteira e contou algumas histórias dos músicos, já que a maioria está com ele na estrada faz muito tempo. Também gostei quando ele junto com a banda cantou parabéns para um dos seus músicos e alguém de sua equipe de staff e ainda os abraçou com muito carinho.   Ai Meus Deus, que tietagem… Hehehe! 🙂

O show durou cerca de uma hora meia, mais ou menos e depois de se despedir (pela primeira vez) o público pediu que ele cantasse a última e ele com toda a sua simpatia voltou umas três vezes. Mas o show só chega ao final  se ele jogar as rosas para sua plateia não é? Nessa altura do show já estávamos todas de pé e muitos já haviam chegado à borda do palco para tentar a proeza de conseguir uma rosa, foi aí que eu, e as amigas Priscila e Ivânia fomos também tentar a sorte!  Saímos correndo e conseguimos chegar bem pertinho do Rei,  aproveitei esse momento para tirar algumas fotos dele, mas a rosa por pouco eu não consegui – quem teve essa sorte foi a Ivânia. (Tem foto dela com a rosa no final). E ainda, a nossa amiga brasileira Cris nos filmou vendo os show, olha o vídeo que legal!

Foi muito divertido! Eu achei o máximo! Vi o show de um dos maiores ícones da música brasileira e fiquei maravilhada ao ver como os mexicanos idolatram o Rei Roberto Carlos. Casa cheia e as músicas na ponta da língua de todos! Não é a toa que ele leva  o título de Rei e existe uma imensidão de pessoas apaixonadas por sua obra. Um tesouro que se eternizou e que encanta gerações e gerações! Roberto Carlos sem dúvida é o maior artista do Brasil e seu legado é eterno!

E você, também gosta do Rei? Qual é a sua música preferida?  Tem alguma história envolvendo o seu amor pelo rei que tenha marcado a sua vida? Compartilhe, conte-nos a sua história!

Até a próxima aventura!

* Os nomes e as fotos citadas no texto, foram autorizados pelos mesmos!

 

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Maira Gardini, direto de Celaya, México.

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42 minutos de Maputo, conheça a capital de Moçambique

Há um tempo atrás, eu contei pra vocês que é bem difícil encontrar conteúdo bom sobre Maputo na internet e publiquei neste outro post um vídeo bacana.

Mas o vídeo anterior é curtinho, e vasculhando a web encontrei este episódio do programa “Portugueses pelo mundo” que é todinho sobre Maputo. Pra quem está vindo pra cá ou pra quem quer conhecer um pouquinho mais da cidade, vale muuuuito a pena.

Tudo o que eu tento escrever pra vocês, os bairros, os lugares, as capulanas, etc, é mostrado de uma forma bacana. Bom, é isso, dessa vez o vídeo vai falar por mim! 🙂

 Sâmela Silva, direto de Maputo, Moçambique.

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