Archive for the ‘África do Sul’ Category

Porque a vida é feita de momentos: da Irlanda para a Espanha!

Um dia fui para aula de inglês e conheci duas pessoas incríveis, meu amigo Pablo (espanhol) e minha amiga Mariana (brasileira), e ambos moram na Espanha. Enquanto eles estavam em Dublin, fizemos algumas coisas juntos como ir a um típico Pub irlandês, visitamos outra cidade, enfim, foram bons momentos. Antes do Pablo voltar para Espanha ele  preparou um típico jantar espanhol, com isso a nossa amizade só estava começando, combinamos de nos encontrarmos na Espanha, eles não acreditaram que eu iria visitá-los. Finalmente viajei para capital espanhola – Madrid, fui muito bem recebida pela a Mari, foi surpreende, pois visitamos vários lugares em Madrid, como Museu do Prado, Museu Reina Sofia, Puerta del Sol, Gran Vía, Parque del Retiro, Plaza Mayor, Templo de Debod, Nuestra Señora de las Comunicaciones e outras coisas mais.

De vários lugares que estive em Madrid, o mais interessante pra mim foi ver pessoalmente as obras incríveis de Pablo Picasso e de Salvador Dalí no Museu Reina Sofia, pois eu estudei sobre esses grandes artistas na escola. Sempre admirei as obras de Salvador Dalí, já que gosto muito o movimento artítico Surrealismo e poder estar na frente das obras foi simplesmente incrível!

The Enigma of Hitler – Salvador Dalí 1939

The Enigma of Hitler – Salvador Dalí 1939

Viajamos para Alicante o sul do país, uma cidade com belíssimas praias, castelos, bons restaurante, enfim, uma cidade aconchegante. Fomos muito bem recebidas pelo nossos amigos Pablo e Jesús, vivemos momentos especiais que jamais me esquecerei, visitamos Castillo Villena, passeamos pelo centro da cidade, La explanada de Alicante, Playa de San Juan e uma pequena e charmosa cidade chamada Altea, uma antiga vila de pescadores. Um dos pontos famoso da cidade é “Casco Antiguo” com ruas estreitas, casinhas brancas, ótimos restaurantes e uma vista maravilhosa para o mar, já que a “Cidade Velha” fica no topo de uma colina.

Altea - Casco Antiguo

Altea – Casco Antiguo

Uma curiosidade interessante é que os espanhóis valorizam muito “La Siesta” que é o ato de descansar um pouco depois do almoço. Pode ser sentado no sofá de olhos fechados, pode ser ouvindo as notícias na TV ou simplesmente deitado na sala ou no quarto de janelas abertas. Por incrível que possa parecer, eles vão para casa, vestem seus pijamas, ligam o despertador e dormem por pelo menos uma hora e então retornam para suas atividades.

Viajar para a Espanha foi uma experiência fantástica, no pouco tempo que estive no país conheci um pouco da cultura, os costumes, os hábitos e a deliciosa gastronomia. Espero um dia poder voltar à Espanha para conhecer outras cidades.

La explanada de Alicante

La explanada de Alicante (Pablo, Mari, eu e Jesús)

Fique com Deus! Beijos! 🙂

Danielle Santos, direto de Dublin, Irlanda.

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Meu contato com música africana, 6 bandas e cantores que você vai gostar!

Eu não sou uma musicopédia ambulante (se é que isso existe, rsrs…), mas desde que voltei para o Brasil, umas das coisas que mais tenho gostado de apresentar aos meus amigos são as músicas africanas.

Diferente do convencional mostrado na TV, nem só de batuque vive África! Em Moçambique, tive a oportunidade de conhecer pessoas viciadas em música de qualidade e ir em eventos com bandas que jamais eu conheceria se não tivesse morado lá, e disso tem nascido um novo gosto musical! Como eu citei acima, eu não sou “nerd”, não sei nomes de CD’s, em que ano foram gravados, qual a capa de determinado álbum, etc. Meu iPod vai de Britney Spears, passando por Audioslave, indo à Novos Baianos, sem problema algum! Rsrs… Então, vou colocar aqui aquelas bandas e intérpretes que eu gostaria que vocês ouvissem de verdade e sentissem a vibe boa dessa terra abençoada, chamada África! (cliquem nos nomes para verem páginas e sites oficiais)

Freshlyground

Essa banda é d+++! E vocês já devem ter ouvido o som deles porque na Copa do Mundo de 2010, a música tema, onde a intérprete principal foi a Shakira, foi gravada com eles! Lembram do “Waka waka”? Então! Bom, mas eles são muito mais do que “Waka waka, eh eh”, eu os vi ao vivo em um show num país vizinho chamado Suazilândia e foi incrível! Me acabei de dançar e me apaixonei definitivamente por eles! Todos os integrantes são africanos, e o cara do violão é o moçambicano, Julio Sigauque! 🙂 Aí vai a música que  eu mais gosto pra vocês sentirem o gostinho!

2º Asa

A voz dessa mulher é indescritível de tão boa! Asa (leia-se, Asha), é de Lagos, na Nigéria, mas tem grande influência francesa devido sua criação e ela me ganhou com o álbum que leva o próprio nome, lançado em 2008. Eu consigo ouvir este álbum inteiro mais de 3 vezes por dia numa boa! É delicioso! Infelizmente não consegui ver um show dela, mas… ainda criarei oportunidades! 😉 A música abaixo é a minha preferida, casaria facilmente ao som dela!

3º Goldfish

Ah!!! Eu os vi num festival também na Suazilândia e adorei! Eles foram a atração principal da 1ª noite de shows do Festival Internacional de Artes Bush Fire 2011, e o pezinho não ficava parado de jeito algum! Até onde eu sei, direto da África do Sul, Dominic Peters e David Poole misturam música eletrônica com jazz e música africana. Será que deu certo? Ouçam aqui e comentem o que acharam!

4º Jeremy Loops

Eu o conheci em Maio de 2012, e caí de amores! Direto da Cidade do Cabo (Cape Town) na África do Sul, esse carinha simpático é uma banda praticamente sozinho! Calma, deixa eu explicar! Rsrs… Ele toca diversos instrumentos, inclusive utiliza itens alternativos como brinquedos de criança, faz vozes diferentes, e ao vivo, grava cada som e depois vai juntando e formando a melodia! Enfim, é um fofo! Estávamos todos sentadinhos no gramado do Bush Fire 2012, quando ele apareceu do nada, caladinho, com seu All Star e sua boina com pena a la Peter Pan… e em 5 minutos ele fez todo mundo levantar e pular enlouquecidamente! Vejam que fofura!

5º Napalma

Eu não sei se ela pode ser considerada uma banda brasileira ou africana, mas eu os descobri em África, então vale! Rs… Isso porque um integrante é moçambicano, outro brasileiro e outro israelense (eu acho) e tudo indica que eles moram na África do Sul. Fica difícil definir e dá pra imaginar a mistura sonora, né? Os conheci também no Bush Fire deste ano e foi um dos shows mais dançantes! A comunidade brasileira foi a loucura, já que eles inserem muitas frases em português e é uma batucada só! Na época deste festival, faz frio na Suazilândia mas eles me fizeram suar! Heheheh

6º Ayo

Bom, o show dela não foi lá essas coisas no Bush Fire deste ano. Acho que o estilo dela era muito lentinho pro povo maluco que tava lá! Rsrsr… Mas a voz dessa alemã com alma africana é linda, e cá entre nós, ela também é linda e simpática! Quando ela sentiu que nós, o público do show na Suazilândia, estávamos meio acanhados, ela desceu do palco e foi pro meio do povo! Uma doida, mas conseguiu o apogeu do espetáculo com a galera gritando muito! A música que todo mundo ama é essa aqui:

Que os amantes da música africana me perdoem, mas quis deixar aqui as músicas e bandas que tive realmente contato nesse meu 1 ano e 2 meses de África! Espero que gostem da minha singela seleção!

E é ouvindo esse tipo de música que tenho conseguido me manter assim, neste clima! Hihihih

Eu curtindo muuuito o Festival de Artes, Bush Fire, na Suazilândia! (2012)

E aí, qual vocês mais gostaram? Algum som bom pra me indicar? 😉

 

 Sâmela Silva, direto de São Paulo, Brasil, mas morta de saudade de Maputo, Moçambique.

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Camping no Kruger! Bom, bonito e barato!

É, chegou a minha vez de acampar! Acostumada pelo menos com hostels, onde há uma cama, teto, as vezes ar condicionado e banheiro privativo, acesso a internet e tal, tive que me despir de toda essa civilização e dormir no meio do mato! Sobre fazer Safari no Kruger National Park na África do Sul, eu já contei pra vocês neste post aqui, agora é hora de falar de camping, ou campismo, como preferirem.

Tá bom, tá bom, o camping no Kruger é protegido e o chão de terra, mais light, mas para marinheiros de primeira viagem é o ideal porque não assusta de vez! hehehe Moisés, ano retrasado atravessou Botswana e acampou em áreas sem nenhuma proteção. Hienas atacaram o acampamento, e eles ficaram sem carne para o resto da viagem, ouviam leões, elefantes e tudo o que a África tem de melhor! Acho que pra eu chegar nesse nível é melhor eu começar com estes mais lights mesmo! 😛

Acampar no Kruger é a forma mais barata de se hospedar nos lodges (alojamentos) e os preços do Skukuza, logde que ficamos, vocês podem conferir aqui. Os locais são protegidos com cercas elétricas para afastar os animais mais assanhadinhos, e isso nos deixa bem mais tranquilos, é claro. Quando chegamos no camping, eu já estava exausta do 1º dia de safari, mas também já havia me preparado psicologicamente para ao menos 1 hora de arrumações entre montar barraca, encher colchão inflável, etc. Pra minha sorte foi muito mais fácil! Moisés já “manja” e o equipamento de camping é super simples, em uns 20 min já estava tudo, ok! 🙂

Foto Oficial do Campsite - Skukuza

O clima de camping é incrível! Já vi o que quero fazer com meus filhos daqui uns 15 anos: vamos ter um trailer e viajar Brasil afora! Vimos dos trailers mais simples aos que já eram a casa “em pessoa”. As famílias juntas, montando suas barracas junto aos trailers, limpando as sujeiras, tocando violão, fazendo churrasco, é tudo bem harmônico e uma vibe muito boa. Na área comum, onde você pode lavar sua louça, usar água quente, ler livros e revistas, etc, as pessoas todas estavam conversando animadas, como uma comunidade de “gentes boas”. Claro que a gente não pôde se misturar muito, afinal, o Português não é de muitos amigos. Faltou mais coragem de arriscar o Inglês, mas nos aguardem, a gente chega lá!

Banheiros no Campsite - Skukuza

Os banhos deixamos para o final do dia, no campsite do lodge Skukuza, os banheiros são divididos em ala masculina e feminina. Tudo limpinho e água quentinha, não precisei de mais nada! Eu sou daquelas que acorda umas duas vezes por noite pra fazer um “pipi”, mas dessa vez segurei firme porque não quis levantar e ir andando até o banheiro que ficava há uns 25 metros da nossa barraca. Acho que esse deve ser um dos pontos ruins de acampar, mas na boa, depois você entra no clima e levanta se for preciso, ou faz atrás da barraca mesmo, afinal você está no meio do mato! 🙂

Para acompanhar a vida animal, é preciso acordar cedo. Foram 3 dias acordando as 4h da manhã, e de madrugada fazia um friozinho, mas nada que se trocar rapidinho dentro da barraca não resolvesse. Fechávamos a barraca e pé na estrada, quando chegávamos estava tudo lá, do jeitinho que deixamos. O Kruger fornece uma estrutura que nem todo o camping tem, por exemplo, tínhamos uma bica com água fresca e tomadas no local onde escolhemos acampar, então pudemos ligar uma luminária, carregar as baterias da câmera, etc. Comer foi tranquilo, como não ficamos muitos dias, deu pra passar com coisas simples como macarrão instantâneo e suco de janta, e lanchinhos e frutas de café da manhã, levamos uma caixa térmica e lá vende gelo. Na hora do almoço, fazíamos uma refeição mais caprichada nos restaurantes dos lodges.

Mas o que eu mais amei mesmo foi o céu estrelado! Eu já fui para lugares menos poluídos que São Paulo, uma parte da minha família por exemplo é do sertão de Santa Catarina, e vivem em fazendas, mas eu nunca vi um céu como aquele. Eram muuuuuitas estrelas, e de tantas, pareciam se “encavalar”, à olho nu parecia que eu tive acesso ao Hubble! Eu sempre andava olhando pra cima a noite, não sei como não tomei uns tombos! Claro que não consegui tirar uma foto, mas peguei essa aqui da internet pra tentar passar a sensação à vocês. Mas na boa, ainda não é isso! 🙂

Dicas por enquanto só tenho duas, já que foi minha 1ª vez: Vá disposto a viver algo mais “roots” e tente se equipar minimamente: barraca, colchão, cobertas, travesseiro, protetor térmico para colocar no chão da barraca e proteger mais do frio, adaptador de tomadas, lanterna e pilhas, caixa térmica, etc. E pra quem gosta aqui vai um link cheio de dicas de campismo no Brasil: http://www.campingclube.com.br/.

Foi uma experiência bacanérrima! E acho que realmente a vida na cidade me encanta cada vez menos. Se você tiver a opotunidade, acampe ao menos uma vez na vida, mesmo que seja pra você chegar a conclusão que não gosta. Mas experimente! 🙂

 Sâmela Silva, direto de Maputo, Moçambique.

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Vejam Maputo, que é tão difícil explicar em palavras!

É muito difícil representar qualquer cidade em palavras, porque os lugares sempre serão e terão muito mais do que conseguimos escrever. Maputo é assim. Apesar dos grandes contrastes sociais, é possível ver beleza por aqui se você estiver com o coração e os olhos abertos!

Através do vídeo abaixo, acredito que vocês conseguirão ter uma visão um pouco maior da capital moçambicana. Seus prédios, as ruas, o trânsito, os meios de transportes “chapas e machibombos” (vans e ônibus), avenidas principais, CFM (Caminhos de Ferro de Moçambique), Mercado do Peixe, os pescadores, o mar, as crianças, etc… Tudo isso junto e misturado, faz Maputo ter uma beleza única e pitoresca!

O vídeo também mostra um pouco de Joanesburgo na África do Sul, mas é muito fácil diferenciar uma cidade da outra, vocês vão ver!

Curtam um pouco do meu novo lar!

Vaya Moshibombo Vaya! (Go Bus Go!) from sydelle willow smith on Vimeo.

E aí, o que acharam de Maputo? Querem vir me visitar? 🙂

 Sâmela Silva, direto de Maputo, Moçambique.

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Safari na África: você deveria fazer uma vez na vida!

É sério: você deveria fazer um safari na África ao menos uma vez na vida! Difícil? Que nada! Basta vontade, planejamento e foco numa poupança pra viagens! 🙂

Uma das minhas maiores expectativas em vir pra África, era visitar o Kruger National Park! Esta reserva natural, fica na África do Sul a cerca de 120km, 1h30 de carro, de Maputo, Moçambique. Isso mesmo, num fim de semana podemos fazer um bate-e-volta e ver leões, elefantes, rinos, e por aí vai! Esta é uma das vantagens de morar aqui! Sem comparação com o Simba-Safari em São Paulo, por favor! 😉 A reserva do Kruger é infinitamente maior e lá os animais vivem de forma selvagem, nada de alguém alimentando os hipopótamos ou leopardos, por exemplo. Pra começar, segue o vídeo que fizemos onde ficamos muuuuuuito perto dos elefantes. Talvez você não consiga entender a proporção do animal em relação a nós e o carro, mas estávamos muito perto. Por um momento haviam elefantes dos dois lados do carro, na frente e atrás. Se algum quisesse brincar com o carro estávamos lascados! O mais emocionante é que nossas amigas que estavam no carro da frente tiverem que acelerar porque um dos elefantes deu-lhes uma carreira! Rsrs… Sorry pelos caral…! heheh Muito medo!

Quando fomos, ficamos hospedados na Casa do Mato, que fica dentro de uma outra reserva próxima ao Kruger, chamada Marloth Park e eu super recomendo! Além de bem pertinho do Kruger, é uma casa muito aconchegante! Olha quem nós encontramos no quintal da casa:

Heheh sim, esse é o Pumba! E ao lado, as amigas impalas!

Agora o Kruger… sem palavras… só imagens conseguem transmitir um pouco do que é essa experiência com a natureza! Você “caçar” os animais, afinal eles estão livres e não em uma jaula te esperando, é motivante e a adrenalina sobe o tempo todo. Você vê uma pedra ao longe e acha que é um leão, tem que fazer silêncio pra não espantar e tudo parece ser o animal que você está procurando! Rsrs… Depois de umas 3 horas no parque, ou menos, você já quer pedir licença para as impalas que insistem em estar por toda parte! Impala = pombo do Kruger! hehe… Tudo coopera para um clima de expedição e aventura!  Clique aqui e veja as fotos no nosso álbum pra sentir um pouquinho de como foi essa maravilhosa viagem!

Algumas informações importantes/curiosas sobre o Kruger:

1) Em Agosto de 2011 e Abril de 2012, pagamos 180,00 ZAR (Rand Sul-africano), cerca de R$ 40,00.

2) O Kruger dá descontos para sul-africanos e africanos conforme este link, então, se você tiver o D.I.R.E. (visto de residência permanente em Moçambique) vale a pena mostrar na hora do pagamento e tentar a sorte. Da última vez que fomos (Abril 2012) ganhamos cerca de 40% de desconto. Nós dissemos que somos brasileiros mas por conta do D.I.R.E. ganhamos o desconto. Muitos amigos já tentaram, uns conseguiram e outros não, mas vale a pena sempre tentar! 😉

3) Há limite de velocidade: 50km em estradas de asfalto e 40km em estradas de areia.

4) Os portões abrem e fecham em horários diferentes dependendo do mês, verifique aqui os horários de abertura e encerramento. (Já a fronteira entre Moçambique e a África do Sul fica aberta 24h, de acordo com um dos funcionários)

5) Jamais desça do carro!!! Salvo locais que são próprios para isso. Se tiver estômago, veja no vídeo abaixo o que aconteceu com um turista que resolveu ver leões de pertinho, no sul de Angola em 1975.

6) Coisinhas para levar: repelente, protetor solar, óculos de sol, binóculos, mapa, GPS, lanterna de mão, câmera, lanchinhos, água, suco e sacos de lixo. Isso porque você pode demorar para encontrar lugares seguros para descer do carro e comer, além disso, há passeios noturnos, diurnos e caminhadas monitoradas onde alguns dos itens acima podem ser importantes.

7) Não alimente os animais e não faça barulho.

8) Vá com muita disposição e bom humor também, afinal os animais estão livres e você pode não ver todos os que queria numa única ida. Por exemplo, no livro que comprei diz que no Kruger há: 225 Chitas, 2000 Hienas, 2000 Leões, 950 Leopardos, 300 Rinocerontes pretos e 3500 brancos. São poucos comparados a grande extensão do parque, então quando os encontrar, comemore e tire muitas fotos!

E aí, você que já foi ao Kruger tem mais dicas pra dar? Compartilhe aqui com a gente!

Os animais que eu não consegui ver dessa vez, e que não me escapam na próxima, são as hienas e chitas! Vou confessar uma coisa: minha visão sobre as hienas mudaram completamente! Acho que por causa do filme “O Rei Leão”, eu pensava que as hienas eram animais “malucos” e que comiam carniça, verdadeiros bocós… Pois então, me enganei! São grandes e considerados os segundos piores predadores do Kruger, perdendo só para os leões! heheheh Vivendo e aprendendo! Outra visão que eu perdi foi sobre o javali: eita bicho feio! Rsrsr… Só o Pumba é bonitinho mesmo!

Por sorte, desta vez vimos os Big Five africanos: Leão, Leopardo, Búfalo, Elefante e Rinoceronte. Mas os leões estavam muito longe, então ficaram pra próxima também!

Bora fazer um safari aqui com a gente? 🙂

 Sâmela Silva, direto de Maputo, Moçambique.

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